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16 de setembro de 2011

Começo

a ficar um pouco farto da maneira como a comunicação social, os políticos e os capitalistas empregam a expressão crise. Estamos cá há 7 milhões de anos. Assistimos a migrações, a degelos, a pestes, a guerras e a extinções em massa. Crises como esta são pêra doce.

6 de setembro de 2011

O poder ao povo que reconstrói Escolas.

É curioso como no caso do grupo de pais que contribuiu para a reabilitação de uma escola, no Porto, os comentadeiros do costume tenham vindo a público queimar quem se opôs à iniciativa. Ou seja, acham bem que o Estado pague 10 estádios de futebol, mas não tenha dinheiro para fazer obras nas escolas. Muito bem. Então passe-se o património do Estado para a mão de cooperativas populares. Dê-se o poder ao povo, que tal?

26 de novembro de 2010

O sexo ibérico.


Não sendo já mau o suficiente ter baixado o espírito de José Saramago em Maria de Medeiros parece que, segundo o Jumento, ela quer tornar-se ESPANHOL. Perdemos uma actriz e os espanhóis ganham um novo actor e cineasta: Mário de Medeiros? É o que fazer ser-se tudólogo. E há blogues cujos títulos são a cara com a careta...

1 de novembro de 2009

Cabeças de abóbora.



Enquanto ontem e hoje os urbanos andavam a ensinar os filhos a fazer cabeças com abóboras e a pedir doces pela rua fora, como fazem os filhos dos outros, na América, eu andava Douro acima e Douro abaixo a matutar nas coisas da vida. Coisas como: onde está o amor pelos mortos? o amor pelos antepassados? Depois lembrei-me...mas, se nem o há pelos vivos. E encolhi os ombros. Lembrei-me de umas certas sociedades, ditas «primitivas», que têm nas suas cultura um código que os compromete a respeitar os mais velhos e a ter pelos que faleceram um respeito que os filhos não têm hoje pelos pais (ou vice versa). Aqui, nas cidades, nas redes sociais, talvez sejamos nós os mortos e no fundo não nos respeitemos uns aos outros. § Mas, que história é essa do Halloween, afinal? Já não temos que «comer» os americanos todos os dias do ano? Aquela gente estúpida que passa a vida a dizer que as religiões isto, as religiões aquilo e que tudo é (mal) gerido pelas religiões, não faz um acto de contrição e começa a questionar outras coisas, como estas parvoíces? Só temos Harry Potter's, vampiros, anjos com atitudes estranhas, ainda nos fazem falta as abóboras com caras estranhas? Eu dizia, se o recato me deixasse, o que alguns desses pais podiam fazer com as abóboras. Mas prefiro aconselhar o doce, com umas lascas de noz ou amêndoa, para desenjoar da parvoíce. Hoje comemora-se o Dia de Todos os Santos e amanhã o dos Fiéis Defuntos. Até prova em contrário esta jangada de pedra ainda não navegou até ao outro lado do Atlântico.

25 de julho de 2009

"A Revolução das Energias Renováveis"


Picado daqui.
Eu sou totalmente a favor das "energias verdes", mas estas turbinas assustam-me. Fazem-me lembrar a Guerra dos Mundos ou os Tripods.
Elas são mesmo enervantes!
- Tenho a impressão que a qualquer momento elas vão... **ruir**
***sons das eólicas a ganharem vida e deslocarem-se***
- Oh! Não! Vêm nesta direcção! 
- Al Gore, desgraçaste-nos! Foge!
- E agora?
- Alguém tem de pará-las!
- Mas quem?
- Afastem-se! (D. Quixote).

24 de julho de 2009

Remédios contra a nova pestenença (H1N1)


«Vistas as causas da pestilencia, agora ajamos de veer per que mode & como se deve homem de guardar da pestilencia & preservar se della, pollo qual deves de notar que segundo diz o grande medico david que primeiro se deve o homem de afastar do mal & inclinar se ao bem, que homem primeiramente ha de confessar seus pecados humildosamente, polla qual causa grande remedio he em tempo da pestilencia a sancta penitencia & a confissam as quaaes preçedem & sam muyto melhores que todas as mezinhas. Empero prometo te que muyto boo remedio ha fugir & mudar o lugar apeçonhentado. Mas porque muytos sem grande perda nom podem mudar o lugar & por ysso quanto for possivel taaes devem de evitar & de sy esquivar as causas de tal prodridom. E per conseguinte todo o coyto & toda a luxuria, & tambem o vento meridional ou sul: o qual naturalmente apeçonhenta.Fechem-se ergo as frestas ou genelas como dito he que vaam ou estam pera o sul atee hua hora depois do meo dia & abram se as que estam pera o norte & pera esta mesma causa evitaras & esquivaras todo o fedor, scilicet, de estrebarias, de campos, dervas & em especial donde ha hi corpos mortos & podres & tabem donde ha hi prodridom de agoas & fedor dellas [...]»

Regimento Proveitoso contra a Pestenença, Portugal, finais do séc. XV.