Viriato e Barcelos (C) **Lá diz o cangalheiro: «Eu não quero que ninguém morra, mas quero que o meu negócio corra»
A versão moderna, da indústria farmacêutica seria: «Eu não quero que ninguém adoeça, mas que o meu negócio não empeça»
A versão moderna, da indústria farmacêutica seria: «Eu não quero que ninguém adoeça, mas que o meu negócio não empeça»