De Flacio Ilirico se sacan proposiciones no menos horrendas. En una palabra, todos los Pseudo-Apostoles de la nueva Religion tienen siempre el Regicidio, las rebeliones, y la sangre en la pluma y en el corazón (*).
SANCHA, Antonio de - La falsa filosofía [...], 1776, Volume 6
SANCHA, Antonio de - La falsa filosofía [...], 1776, Volume 6
Vem um tal João Vaz, historiador, com pouco do humanismo do seu homónimo, reclamar justiça para os regicidas, Buiça e Costa que, a 1 de Fevereiro de 1908, assassinaram o rei D. Carlos e o seu filho D. Luís Filipe. Não o conheço, mas gostava de olhar nos olhos uma pessoa destas. A inconsciência e o fanatismo são, na realidade, soporíferos potentes e que obrigam homens incautos a proferir palavras vãs. A justiça está feita, meu caro: Buiça e Costa aprenderam que não se deve brincar com armas. Pagaram com a morte o serviço que fizeram a quem desejava o poder. Eram peões e morreram como tal. A Morte nunca paga a Liberdade, por muito vaga que ela seja. Não há flores para quem mata, lembre-se disso. Só o perdão, e o esquecimento.
(*) «De Flacio Ilirico retiram-se declarações não menos horrendas. Em uma palavra, todos os Pseudo-Apóstolos da Nova Religião têm sempre o Regicídio, as revoluções e o sangue na pena e no coração [caso ele exista, acrescento eu]».
(**) Manuel Reis Buiça
Alfredo Luís da Costa
Assassinaram o Rei
Foram mortos à proposta
[dizia-se em 1908 que por proposta da Maçonaria, que sacudia a água do capote, um capote semelhante aos que os regicidas usaram para esconder as armas]
(*) «De Flacio Ilirico retiram-se declarações não menos horrendas. Em uma palavra, todos os Pseudo-Apóstolos da Nova Religião têm sempre o Regicídio, as revoluções e o sangue na pena e no coração [caso ele exista, acrescento eu]».
(**) Manuel Reis Buiça
Alfredo Luís da Costa
Assassinaram o Rei
Foram mortos à proposta
[dizia-se em 1908 que por proposta da Maçonaria, que sacudia a água do capote, um capote semelhante aos que os regicidas usaram para esconder as armas]
