24 de junho de 2012
O presidente da junta.
1 de junho de 2012
A merendola.
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| http://www.flickr.com/photos/mpjcoelho/5846367241/ |
30 de novembro de 2010
O grande democrata.
5 de maio de 2010
Mudam-se os tempos ... (Camões estava errado)
1 de agosto de 2009
Fim de linha para Portugal.
Não sei se os jornalistas da sic leram as minhas crónicas de 15-6-2009 e 25-3-2009, mas a peça transmitida vem reiterar e repetir muito do que aqui escrevi. É mais uma história da vergonha portuguesa, de um país que quer investir em barragens, eólicas, TGV's e mais autoestradas (para agradar a conselhos de administração e cartéis) e encerra 500 quilómetros de linha férrea. Mesmo apesar do Protocolo de Quioto pedir a redução de CO2 e o uso de transportes públicos não poluentes! A estupidez colectiva é mais gritante quando comparamos Portugal e Espanha, onde a via férrea serve efectivamente a maioria da população. Desculpem-me o desabafo, mas é o que sinto: este é país governado por gente imbecil e por cidadãos nulos.
25 de julho de 2009
O Ministro da Cultura e as energias renováveis: uma ligação improvável?
17 de julho de 2009
Já corrompeu ou foi corrompido, hoje?
8 de julho de 2009
Não discutimos a Nação!

23 de junho de 2009
O Turismo em Portugal.

20 de junho de 2009
Assim se escreve a História local em Portugal.
Global, n.º 414, 19-6-2009
(clique sobre o recorte para aumentar)
Sem qualquer pejo as Câmaras Municipais alinhavam roteiros turísticos com textos académicos, sem autorização e sem ressarcir os seus autores poupando tempo e dinheiro e ganhando visibilidade em promoção. Para estes políticos de alcova o trabalho de investigação não vale nada. É carolice. Mas já que está feito vamos aproveitá-lo. O dinheiro gasto por estes panfletários dava para suprir o que falta em educação por estas terreolas afora. Novas Oportunidades para os políticos, isso sim, faz falta.
15 de junho de 2009
Crónicas de uma viagem II
Fotografias (de cima para baixo, da esquerda para a direita): 1 Estação ferroviária de Toledo (em estilo neo-árabe); 2 aspecto do interior do comboio interregional entre Madrid (Atocha) e Toledo; 3 Entroncamento ferroviário de El Bérron, onde se cruzam as linhas estreitas que servem Oviedo, Santander e Gijón, todas electrificadas; 4 O Tren del Cantábrico. É possível, desde Bilbau ou Santander apreciar os montes Cantábricos e as Astúrias num comboio-hotel que circula em via estreita. Seria o equivalente a ir do Porto a Bragança em comboio, algo que já foi possível e hoje é mera utopia.
6 de junho de 2009
Vamos todos votar. Todos os dias.
Imagem picada daqui.9 de maio de 2009
Viva a República Portuguesa! ...- Viva o quê?
Nesta imagem, a República, já maternal e composta, pede por um Estado Forte.29 de abril de 2009
Pouca-terra, pouco-juízo.
15 de janeiro de 2009
Simplex: mais simples não podia ser.
No aviso nº 11 466/2008 (2ª Série),declara-se aberto concurso no I.P.J. para um cargo de "ASSESSOR", cujo vencimento ronda os 3.500 € (700 contos).(...)" Método de selecção a utilizar é o concurso de prova públicaque consiste na … Apreciação e discussão do currículo profissional do candidato."
No Aviso simples da pág. 26922, a Câmara Municipal de Lisboa lança concurso externo de ingresso para COVEIRO, cujo vencimento anda à roda de 450 € (90 contos) mensais. (...)"Método de selecção: Prova de conhecimentos globais de natureza teórica e escrita com a duração de 90 minutos. A prova consiste no seguinte:1. - Direitos e Deveres da Função Pública e Deontologia Profissional; 2. - Regime de Férias, Faltas e Licenças; 3. - Estatuto Disciplinar dos Funcionários Públicos. Depois vem a prova de conhecimentos técnicos: Inumações, cremações, exumações, trasladações, ossários, jazigos, columbários ou cendrários. Por fim, o homem tem que perceber de transporte e remoção de restos mortais. Os cemitérios fornecem documentação para estudo. Para rematar, se o candidato tiver:- A escolaridade obrigatória somará + 16 valores;- O 11º ano de escolaridade somará + 18 valores;- O 12º ano de escolaridade somará + 20 valores. No final haverá um exame médico para aferimento das capacidades físicas e psíquicas do candidato. ISTO TUDO PARA UM VENCIMENTO DE 450 EUROS MENSAIS! Enquanto o outro, com 3,500€ Só precisa de uma cunha. Vale a pena dizer mais alguma coisa? Este regabofe do socialismo de plástico tem que ter um fim. Urge que se mostre indignação. Basta de cinismo e de hipocrisia! Há que ter moralidade! (Patrícia Carvalho). Retirado daqui.
20 de dezembro de 2008
O Simplex cerebral.

19 de novembro de 2008
Comentários a dois comentários.
18 de novembro de 2008
Do Minho a Timor: o acordo ortográfico.
1 de novembro de 2008
A minha terra é melhor do que a da minha vizinha (I).
As Câmaras Municipais são, como todos nós sabemos, pequenos universos onde astros gravitam em redor de micro-poderes, servindo como placa giratória de todo o tipo de favores e clientelismos. Eu sou já muito complacente com estas coisas de tanto me encherem a cabeça com expressões como "tens que fazer o jogo", "estamos em Portugal", a "cunha é património nacional", "já não há remédio", etc, etc. Contudo, a jogar por jogar, ao menos joguemos a capital e não a feijões. § Está certo que o uso da "cunha" para aceder a um lugar numa Câmara municipal significa menos um desempregado, o que é bom e cumpre o requisito dos 150000 mil novos empregos prometidos pelo nosso Sócrates. Mas cada apaniguado destes devia receber um manual de instruções à entrada do seu novo gabinete que, para além do itinerário mais rápido para o café mais próximo, incluiria esta regra: delegue. Isso mesmo, delegar - devia ser o 1º mandamento do funcionário público. Porque - está visto - quem faz a carreira pela via da "cunha", deve perceber muito pouco do ofício. Muito de relações interpessoais, com certeza - mas pouquíssimo ou praticamente nada de tudo o resto. § Delegar é importante para todos. Primeiro confere ao apaniguado a impressão de pertencer a um estatuto superior, - apenas destinado aos que mandam - e depois porque serve para que os trabalhos sejam distribuídos por indivíduos mais competentes mas que nunca chegaram a lugares de chefia por serem completos falhados nas ditas relações interpessoais ou na aplicação dos pressupostos metodológicos da cunha. E é aqui que entra o tal "capital" a que me referia atrás. Não se trata de dinheiro, mas tão-só de imaginação. O nosso funcionalismo público é cinzentão, mortiço, rabugento e indolente, naturalmente derivado da pouca vontade em empreender, em querer mais do que a rotina do pica-o-ponto. Falta-lhe em imaginação o que lhe sobra em estratégias de promoção pessoal ou política. Mircea Elíade refere que "ter imaginação - tanto para um indivíduo, como para um povo - é gozar de uma riqueza interior, de um fluxo ininterrupto e espontâneo de imagens" (ELIADE, Mircea, Imagens e Símbolos. São Paulo: Martins Fontes, 2002, p. 16) - num mundo em que fluxo tende a secar (em Portugal já quase não existe) o capital de pensamento e de acções vai definhando e, consequentemente, arrastando consigo os indivíduos para crises (como a que atravessamos agora). Se os indivíduos medíocres que abundam nos recursos humanos nas nossas câmaras e dos gabinetes de Lisboa ao menos delegassem, talvez se salvasse a honra do convento. Mas andamos a atirar fora a água do banho junto com o bebé. § Dou-vos como exemplo o vídeo acima. É um daqueles panegíricos nos quais os municípios investem, não tanto para promoção turística do concelho, mas para glorificação dos partidos e dos homens, onde o discurso alterna entre as tradições, o folclore e os monumentos. Este monólogo é tão pobre, tão fraco e pouco imaginativo que bem pode ser uma prova da decadência da Civilização tal qual a conhecemos.











