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23 de fevereiro de 2011
Coisas de que já suspeitávamos...
As solidariedades da maçonaria em Portugal não fazem parte das teorias de conspiração.
23 de julho de 2010
A avaliar pelo ódio disfarçado e pelo nervosismo que as palavras certeiras de D. Carlos Moreira de Azevedo causaram entre políticos e bloguers, a mensagem foi certa e justa. Muitos engoliram em seco, outros vieram com a proverbial conversa do costume: a Igreja é rica e poderosa, vive rodeada de luxos, etc. Para lhes explicar os tais luxos tínhamos que estar ao mesmo nível de conhecimento - o suficiente pelo menos para discutirmos História de Arte e Teologia. E como me cansa parecer apologético, sem o ser efectivamente, a tentar mudar as consciências, não pelo fanatismo, mas pela razoabilidade, direi apenas que muito me aprouveram as palavras de D. Carlos Moreira de Azevedo que não são uma mensagem "não olhes para o faço, ouve apenas o que eu digo", mas uma mensagem clara à classe política, ostensivamente falsa, ostensivamente hipócrita e ostensivamente esbanjadora em palavras e dinheiro. Esta lógica partidária revolve-se na autofagia do costume: acima dos cidadãos está o partido e abaixo deste pouco interessa. Porque havemos, pois, pagar uma crise provocada pelo topo? Por que razão hão de as bases suster para sempre a incompetência dos maus líderes? Apelar, como fez D. Carlos, à manifestação é pouco. Há demasiado dinheiro a entorpecer as vozes deste povo, infelizmente. Demasiados "subsídio-votos". Enquanto a partidocracia governar em nome da democracia, nada feito.
15 de janeiro de 2009
Simplex: mais simples não podia ser.
O Governo actual, através dos seus apaniguados informáticos e condutores da propaganda socialista resolveram lançar (à boa moda das votações do Estado Novo) um processo de democratização do Simplex. O cidadão, com o seu Magalhães, entra no site do dito programa para a modernização da administração pública e sugere as modificações a ocorrer para simplificar ainda mais o simplex. E tornar o país numa espécie de Portugal-for-dummies. Bom, eu, que sou crente e ainda acho que podemos contribuir para a construção democrática deste povo, lá fui dar as minhas sugestões. Mas houve quem fosse mais longe e deixasse o seguinte desabafo. De facto contra factos, não há muitos argumentos - nem os do comportamento cada vez mais nervoso do nosso Primeiro-Ministro na Assembleia da República:
Este país do faz-de-conta é cada vez mais uma anedota pegada. Ora atentem lá nesta coisa vinda no Diário da República nº 255 de 6 de Novembro 2008:
No aviso nº 11 466/2008 (2ª Série),declara-se aberto concurso no I.P.J. para um cargo de "ASSESSOR", cujo vencimento ronda os 3.500 € (700 contos).(...)" Método de selecção a utilizar é o concurso de prova públicaque consiste na … Apreciação e discussão do currículo profissional do candidato."
No Aviso simples da pág. 26922, a Câmara Municipal de Lisboa lança concurso externo de ingresso para COVEIRO, cujo vencimento anda à roda de 450 € (90 contos) mensais. (...)"Método de selecção: Prova de conhecimentos globais de natureza teórica e escrita com a duração de 90 minutos. A prova consiste no seguinte:1. - Direitos e Deveres da Função Pública e Deontologia Profissional; 2. - Regime de Férias, Faltas e Licenças; 3. - Estatuto Disciplinar dos Funcionários Públicos. Depois vem a prova de conhecimentos técnicos: Inumações, cremações, exumações, trasladações, ossários, jazigos, columbários ou cendrários. Por fim, o homem tem que perceber de transporte e remoção de restos mortais. Os cemitérios fornecem documentação para estudo. Para rematar, se o candidato tiver:- A escolaridade obrigatória somará + 16 valores;- O 11º ano de escolaridade somará + 18 valores;- O 12º ano de escolaridade somará + 20 valores. No final haverá um exame médico para aferimento das capacidades físicas e psíquicas do candidato. ISTO TUDO PARA UM VENCIMENTO DE 450 EUROS MENSAIS! Enquanto o outro, com 3,500€ Só precisa de uma cunha. Vale a pena dizer mais alguma coisa? Este regabofe do socialismo de plástico tem que ter um fim. Urge que se mostre indignação. Basta de cinismo e de hipocrisia! Há que ter moralidade! (Patrícia Carvalho). Retirado daqui.
No aviso nº 11 466/2008 (2ª Série),declara-se aberto concurso no I.P.J. para um cargo de "ASSESSOR", cujo vencimento ronda os 3.500 € (700 contos).(...)" Método de selecção a utilizar é o concurso de prova públicaque consiste na … Apreciação e discussão do currículo profissional do candidato."
No Aviso simples da pág. 26922, a Câmara Municipal de Lisboa lança concurso externo de ingresso para COVEIRO, cujo vencimento anda à roda de 450 € (90 contos) mensais. (...)"Método de selecção: Prova de conhecimentos globais de natureza teórica e escrita com a duração de 90 minutos. A prova consiste no seguinte:1. - Direitos e Deveres da Função Pública e Deontologia Profissional; 2. - Regime de Férias, Faltas e Licenças; 3. - Estatuto Disciplinar dos Funcionários Públicos. Depois vem a prova de conhecimentos técnicos: Inumações, cremações, exumações, trasladações, ossários, jazigos, columbários ou cendrários. Por fim, o homem tem que perceber de transporte e remoção de restos mortais. Os cemitérios fornecem documentação para estudo. Para rematar, se o candidato tiver:- A escolaridade obrigatória somará + 16 valores;- O 11º ano de escolaridade somará + 18 valores;- O 12º ano de escolaridade somará + 20 valores. No final haverá um exame médico para aferimento das capacidades físicas e psíquicas do candidato. ISTO TUDO PARA UM VENCIMENTO DE 450 EUROS MENSAIS! Enquanto o outro, com 3,500€ Só precisa de uma cunha. Vale a pena dizer mais alguma coisa? Este regabofe do socialismo de plástico tem que ter um fim. Urge que se mostre indignação. Basta de cinismo e de hipocrisia! Há que ter moralidade! (Patrícia Carvalho). Retirado daqui.
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