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10 de dezembro de 2009

Lamentações sobre o Património...

Antes (até 2006)



Aposto que pensavam que ia falar do último Câmara Clara, sobre o Património Religioso e o Restauro em Portugal. Não vou. Não foi totalmente mau, nem foi consideravelmente bom. Aliás teve coisas muito más para serem verdade. Ainda há muito para dizer sobre o património religioso em Portugal, mas há assuntos comezinhos que é preferível ignorar. Prefiro lembrar um caso de restauro de que muito me orgulho. Não que o tenha efectuado, mas porque movi todos os esforços para que fosse levado a cabo. O resultado está à vista. É a jóia da coroa da 2ª fase de inventário do património religioso da Diocese de Lamego (Lamego-Tarouca).


Lamentação sobre o Corpo de Cristo
Primeira metade do século XVI
Atrib. a Cristóvão de Utrecht (seg. Vitor Serrão)
Prov. do Tesouro da Sé de Lamego


(hoje)

O restauro foi executado no Centro de Conservação e Restauro da Escola das Artes e constituiu um enorme desafio, que foi superado com mestria. E a Diocese de Lamego recuperou uma das suas jóias. Pessoalmente é, a seguir à coordenação do inventário, aquilo de que mais me orgulho como meu legado ao Douro, a Lamego e a Portugal. Aos poucos vamos restaurando Portugal.

22 de dezembro de 2008

"PJ detecta fraude de 6 milhões no subsídio de desemprego" (DD)

Tanto cuidado em vigiar o generoso subsídio de desemprego dos cidadãos - generoso é palavra utilizada pelos tecnocratas do Banco de Portugal - uma vigilância apertada que obriga os desempregados a termo de identidade e residência, numa apresentação quinzenal que não serve se não o aumento considerável de burocracia e agora...isto: verdadeiros assaltos perpretados de dentro. O que dirá o Governador do banco de Portugal a estes assaltos? Serão muito ou pouco generosos?

27 de março de 2008

12 de dezembro de 2007

Ela vai para Lamego?

Rossio, Lamego (2005) (c) N.R.

“-Ela vai para Lamego?
-Sim, vai para o Convento das Chagas.”

Camilo Castelo Branco, O retrato de Ricardina

Eu também vou, estarei por lá até sexta-feira.

Na foto o «velho» Rossio: “A românica torre da Sé projectava uma sombra torva sobre o Rossio, que era o coração da cidade. Ali desembocavam as diligências das longas estradas reais, em número que permitia às malvas e à relva crescer e atapetar o largo. O Seminário, o Paço, a Sé com pórticos de arquivoltas múltiplas, de fina lavra, um solar, destituído, soberbo de cantaria, e os muros vão de um palácio delimitavam-no como a um claustro” escreveu Aquilino Ribeiro em Via sinuosa.