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22 de dezembro de 2011

EDP ou a Casa Amarela.

A EDP, que tenta ocultar o seu carácter empresarial feroz com a pele de um cordeiro filantropo, anda a pintar barragens de amarelo, sob o pretexto de Arte pública ou activo turístico. O Henrique Pereira dos Santos, consegue por-se na pele do lobo e chama-se a si próprio o conservador contraditório (eu chamaria a isso ser do contra, quando todos estão a favor e estar a favor quando todos estão contra). Eu acho que a EDP nos anda a roubar há tempo de mais. Com a agravante de pagar a alguém 150 mil euros (!) para gozar connosco em tom de amarelo. Até a população, que costuma usar a mesma paleta de cores que o Cabrita Reis nas fachadas das casas, acha a cor um asco. Uma habitante local chega mesmo a comparar o flagrante mau gosto com a bandeira nacional que podia lá ser colocada e tinha o mesmo efeito repelente. Não bastava a auto-estima deste país litoral estar em baixo, ainda vão ao interior atemorizar os pobres autóctones com a cor da loucura.

17 de outubro de 2011

Empreitadas De Portugal (EDP)

Muitas pessoas ainda não repararam que a EDP é uma empresa e que, como qualquer empresa, quer fazer dinheiro - lucro para distribuir entre os seus accionistas. Por isso, sempre que vejo um anúncio todo catita, cheio de arvorezinhas e barragens e torres eólicas como se aquilo fosse uma obra da natureza, fico enjoado. A EDP não existe nem para ser amiga do ambiente nem para distribuir paz e harmonia entre os homens. Se fosse assim, era a Santa Casa da Misericórdia, ou uma organização humanitária. Não é, convençam-se disso. Mais barragens, mais eólicas são desculpas para justificar o desperdício. Devemos convencer-nos de uma vez por todas que gastar menos é o caminho para uma vida e um mundo melhor.

25 de novembro de 2010

O preço das energias renováveis.

A campanha, lançada hoje às 07h00, visa “sensibilizar e alertar os consumidores para aquilo que pagam nas suas facturas de electricidade, nomeadamente os ‘extras’”, mas também “sensibilizar o Governo e à Assembleia da República para a necessidade de introduzir medidas que sejam adequadas a uma formação justa dos preços da eletricidade”, explicou a porta-voz da Associação de Defesa de Consumidores. §  Segundo Ana Cristina Tapadinhas, a factura da electricidade é composta por três parcelas: 31 por cento corresponde aos custos de produção, 27 por cento ao uso das redes de distribuição, e 42 por cento a “custos de interesse geral. § É esta última parcela - a maior -, que corresponde a custos do fomento das energias renováveis, a rendas pagas aos municípios e à amortização do défice tarifário, que preocupa a Deco.
Via jornal Público.
A Lei de Lavoisier aplicada à EDP: "Na Natureza nada se perde, nada se cria, tudo se paga".

3 de outubro de 2010

Más energias.


Estou em plena serra de Montemuro, rodeado por dezenas de torres aerogeradoras (vulgo eólicas), sem electricidade há 4 horas. E mal começou o Outono. Viva a EDP e o seu serviço público, as suas barragens e as suas ventoínhas! Pena é que, com tanta energia as torres e os administradores desta rentável empresa pública não levantem voo daqui para fora.

Post Scriptum: O apagão durou 10 horas. 10 HORAS.