
Anos e anos de comparações "estilísticas", - sempre o estilo, o ângulo, a forma mais ou menos enviesada - dão hoje em teorias que se esboroam ante novos métodos de análise, documentos e técnicas ultra-modernas. § Ao que parece o Aleijadinho, sim o mítico António Francisco Lisboa, o Miguel Ângelo (ressalvadas as devidas distâncias temporais) do Brasil "não existiu", isto é, as obras que lhe são atribuídas são de outras, muitas, mãos. § Quem o diz é a historiadora Guiomar de Grammont, que desmontou o mito urdido pela historiografia da arte brasileira e internacional, ávida por ícones. A história pode ser lida aqui, e o livro «O Aleijadinho e o Aeroplano» adquirido aqui. § Também a historiografia portuguesa está cheia de mitos e é a principal culpada de iconificar as histórias local e nacional...