Visita apostólica de Sua Santidade Bento XVI a Portugal12 de Maio de 2010
Encontro /Cultura – Centro Cultural de Belém
N.R. (c)
Estive em Lisboa, na missa do Terreiro do Paço e tive a honra de ser um dos participantes no Encontro / Cultura, que acolheu SS. Bento XVI com uma ovação em pé, num impressionante testemunho da consideração de homens e mulheres da artes e da de Portugal pelo Sumo Pontífice e pela sua carreira intelectual.
Mas a minha maior satisfação foi, como Católico, poder receber no meu país a figura tutelar e parental do Bispo de Roma, sucessor de Pedro, representante da comunidade apostólica que, na Solidariedade e na Verdade sustentou a Palavra de Cristo e a levou aos quatro cantos do Mundo.
Todavia, não posso deixar de destacar duas intervenções do Encontro da Cultura. Naturalmente a do Santo Padre, mas também a de Manoel de Oliveira que tão sagazmente referiu: «As Artes desde os primórdios sempre estiveram estreitamente ligadas às religiões e o cristianismo foi pródigo em expressões artísticas depois da passagem de Cristo pela terra e até aos dias de hoje.» Como o podemos negar, se a maioria das criações do Homem foram voltadas para a busca do divino? Os caminhos para a Criação passaram sempre pela espiritualidade, mesmo quando a dúvida e o cepticismo assolaram o Homem em tempos de fraqueza. O que fazer com este património, hoje, que o ódio dos corações recresce em relação ao divino?
Parece-me que a resposta do Santo Padre é irrefutável: «Fazei coisas belas, mas sobretudo tornai as vossas vidas lugares de beleza». É preciso continuar a criar mas é, acima de tudo, absolutamente necessário que desejemos ser melhores e que as nossas vidas, ao invés de serem paúis lamacentos, se tornem campos viçosos de vida.
Ambas as intervenções podem ser lindas aqui (Santo Padre) e aqui (Manoel de Oliveira).
Mas a minha maior satisfação foi, como Católico, poder receber no meu país a figura tutelar e parental do Bispo de Roma, sucessor de Pedro, representante da comunidade apostólica que, na Solidariedade e na Verdade sustentou a Palavra de Cristo e a levou aos quatro cantos do Mundo.
Todavia, não posso deixar de destacar duas intervenções do Encontro da Cultura. Naturalmente a do Santo Padre, mas também a de Manoel de Oliveira que tão sagazmente referiu: «As Artes desde os primórdios sempre estiveram estreitamente ligadas às religiões e o cristianismo foi pródigo em expressões artísticas depois da passagem de Cristo pela terra e até aos dias de hoje.» Como o podemos negar, se a maioria das criações do Homem foram voltadas para a busca do divino? Os caminhos para a Criação passaram sempre pela espiritualidade, mesmo quando a dúvida e o cepticismo assolaram o Homem em tempos de fraqueza. O que fazer com este património, hoje, que o ódio dos corações recresce em relação ao divino?
Parece-me que a resposta do Santo Padre é irrefutável: «Fazei coisas belas, mas sobretudo tornai as vossas vidas lugares de beleza». É preciso continuar a criar mas é, acima de tudo, absolutamente necessário que desejemos ser melhores e que as nossas vidas, ao invés de serem paúis lamacentos, se tornem campos viçosos de vida.
Ambas as intervenções podem ser lindas aqui (Santo Padre) e aqui (Manoel de Oliveira).