24 de junho de 2012

O presidente da junta.

Depois de uma carta e dois emeiles resolvi telefonar ao presidente de junta de uma freguesia ribeirinha da região do Douro. Indagando-o sobre o assunto veiculado na carta e nos emeiles enviados há meses, respondeu-me que a junta não estava disponível para anuir ao requisitado. Agradeci e fiz notar que bastava uma linha para responder por carta ou emeile o que acabara de proferir via telefone. Fez-se agressivo e disse que não era funcionário público e que a junta em causa não era como as das freguesias urbanas, sarcasticamente fazendo notar que eu devia estar mal habituado (ao atendimento célere a que tenho direito, suponho?) O país está repleto destas criaturas iletradas e prepotentes. É óbvio que não é a régua e esquadro dos técnicos geógrafos que transformará o país num lugar melhor onde o Estado se faça representar convenientemente por representantes à altura de um país do século XXI. Mas convenhamos: um imbecil a menos é uma ajuda muito grande. Se reduzirmos o número de imbecis em centenas, só ganharemos com isso.

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