18 de junho de 2012

O futebol e a religião.

Conheço ateus empedernidos que falam da Igreja (como se o catolicismo fosse a única religião) com um ódio que se sente. E depois são fanáticos por futebol. Não entendo, não consigo compreender. Mas e daí sou pouco tolerante com duas coisas: o fumo do tabaco e o futebol. Até alcanço a ideia do entretenimento, mas quando alguém se deixa levar por uma máquina que envolve tudo menos jogo ou diversão (apenas dinheiro concentrado na mão de poucos) não consigo que me façam entender a ideia de gritar por um conjunto de rapazes atrás de uma bola. Mais ainda quando quem grita é um fervoroso adepto da razão e da lógica, de tal forma que a ideia de Deus para ele é absurda. E tomar as dores de miúdos ricos, mimados e estúpidos não é?

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