6 de janeiro de 2012

Inquisição? Até Torquemada era mais interessante.

As elites vieram em defesa da maçonaria. O leitor comum, mais dado a traulitadas, queria ver o mação no poste, a arder. A comunicação social, como sempre, deita lenha para a fogueira. Nestas coisas de caça às bruxas, nunca há bom senso, nem talheres, muito menos guardanapos. Mas os membros das elites, como o Paulo Pedroso (e grande parte dos socialistas), o João Gonçalves e outros (que nestas coisas metem sempre as religiões e seitas), não se dão conta do que é mais importante (vá, até mais importante) do que o clientelismo que a maçonaria estimula: o ridículo. Neste aspecto tem razão José António Barreiros ao lembrar as palavras de Alexandre Herculano: 
«Uma das minhas rapaziadas foi ser pedreiro livre. Não tardei a deixá-la [à Maçonaria]. Achei a coisa mais inepta, mais inútil e muito mais ridícula que uma irmandade de carolas».
E ainda se dão ao trabalho de passar vergonha na televisão, nos jornais e nos blogues por causa destas brincadeiras de adultos andropaúsicos?

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