1 de dezembro de 2011

Não há esperança? Não. Ao que parece e segundo a CCIG, nenhuma.



Cartazes como este estão por todo o lado. É a nova campanha choque da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, organismo cujo título nada diz, ao contrário da publicidade que nos informa solenemente de que não há esperança. Sim senhor, é uma bela mensagem. Juntamente com a fotografia de um cadáver cheio de lacerações não haja dúvida que a mensagem há-de passar, para bem ou para mal. Onde estão os indignados do costume? As Isildas Pegado? Os puritanos que se escandalizam com alusões a sexo, prostituição e ao aborto? É que, pelo menos no sítio onde costumo apanhar o autocarro e onde está aquele cartaz param todos os dias crianças a caminho da escola.

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