31 de maio de 2010

Sublinhados:

«Não pretendo fazer qualquer ataque à Igreja, nem aos católicos, cuja educação e valores me marcam profundamente desde que nasci e durante toda a minha vida. Apenas considero que um católico que queira preservar os seus valores, deverá fazê-lo por si e nunca pedindo a intervenção centralizada de um estado protector. Considero até que os católicos ganhariam com uma percepção menos estatizante da política. Se ancorassem menos no estado. Ganhavam os católicos, independência e força. Ganhava o país em liberdade e dinamismo.»

A ler, um texto de André Abrantes Amaral (que, de resto, vai de encontro ao que dissemos aqui e aqui)

3 comentários:

  1. Que eu saiba vivemos num Estado laico e todos nós reconhecemos a necessidade da separação entre o Estado e a Igreja. O Estado não tem de ajudar os católicos, agora os católicos, também são cidadãos, pagam os seus impostos ao Estado e, nessa simples condição, têm de ser respeitados. Ou seja, é-nos legitimado por essa condição sermos "ouvidos" pelo estado. A não ser que o estado pratique uma discriminação de conduta religiosa. E agora eu pergunto. E se nós católicos em vez de pagar os nossos impostos ao Estado, pagássemos à Igreja?

    Assino: Isabel Gomes

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  2. Os católicos têm de prescindir do Estado? E os outros, não? Ou o Estado fica só para os Laicos??

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  3. Olá boa noite,

    por uma homenagem e porque tudo tem uma razão de ser, nomeei-o para um prémio no meu blog.

    Passe por lá! :)

    Abraço

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