9 de maio de 2010

Eu defendo a laicidade do Estado, mas não a desresponsabilização em relação ao património espiritual. Olhamos à nossa volta e qualquer referência mínima, cultural, artística, simbólica, remete para o catolicismo. Mal ou bem. Fazer tabula rasa disto não é ser laico, é agir de má fé (até esta expressão, judicial, tem origem religiosa...). Enfim, vivemos tempos conturbados, em que as modas ateístas tomam conta das consciências menos preparadas.

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