16 de abril de 2010

... e outras metarmorfoses

Fala-se muito em sexualidade. Uns porque consideram o corpo livre, tão livre para fazer, desfazer, corromper, destruir como bem aprouver ao proprietário (mas sempre com preservativo); outros porque advogam o corpo sagrado, temente, cujos ímpetos devem ser refreados com flagelos ou cadência copulares monogâmicas. Eu advogo o respeito e o equilíbrio, ou a stasis, em que o corpo seja uma extensão da alma, ou da psiqué, e que única restrição seja o outro e não os Outros. Mas a essas sexólogas patetas e aos psicólogos de voz melíflua que gostam de advogar teorias e fábulas, eu gostava de recomendar o chat roulette. Só precisam de uma webcam. É melhor do que aulas teóricas. Está lá o mundo todo, "livre", "puro e casto" que uns e outros imaginam e outros advogam. Ah e está também a pedofilia, de uma forma bastante diferente daquela que ouvimos falar, em que a pretensa vítima é aqui o predador.

1 comentário:

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