19 de fevereiro de 2010

Pedir pela Família? Vão tarde...

«Em relação ao divórcio não houve manifestações. Ninguém pareceu preocupado com a destruição de lares ou com a manutenção dos bons preceitos cristãos, com a destruição das tradições sociais do bom povo português ou com a necessidade de ter o Matrimónio como referencial do casamento civil. Nunca apareceu movimento que se preocupasse com o assunto, a Igreja Portuguesa expressou reservas, mas, em momento algum, afirmou uma alternativa social para o problema. Em conluio com o Regime aceitou sempre essas como matérias da Democracia e não como elementos estruturantes de qualquer sociedade. Nunca ninguém levantou a voz para afirmar que a manutenção dessas instituições e a sua intocabilidade pelos poderes públicos, é o mais fundamental reduto da liberdade social.»

A ler no Pasquim da Reacção

1 comentário:

  1. FAMÍLIA

    Grande família Deus me concedeu,
    a riqueza maior da minha vida
    por corações à farta repartida
    como Camões com ênfase escreveu.

    Fortuna equivalente não me deu
    para a criar, mas em contrapartida
    uma esposa com alma decidida
    que nunca em seu fervor esmoreceu.

    Contra marés e ventos construímos
    o nosso império assente na família,
    cuja moral católica assumimos.

    Ricos de filhos, netos e bisnetos,
    importa agora estarmos de vigília
    para que trilhem só caminhos rectos!

    JOÃO DE CASTRO NUNES

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