30 de novembro de 2009

Viriato e Barcelos (C) *

*Lá diz o cangalheiro: «Eu não quero que ninguém morra, mas quero que o meu negócio corra»
A versão moderna, da indústria farmacêutica seria: «Eu não quero que ninguém adoeça, mas que o meu negócio não empeça»

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