5 de janeiro de 2009

E, no entanto, esboroa-se!




Anos e anos de comparações "estilísticas", - sempre o estilo, o ângulo, a forma mais ou menos enviesada - dão hoje em teorias que se esboroam ante novos métodos de análise, documentos e técnicas ultra-modernas. § Ao que parece o Aleijadinho, sim o mítico António Francisco Lisboa, o Miguel Ângelo (ressalvadas as devidas distâncias temporais) do Brasil "não existiu", isto é, as obras que lhe são atribuídas são de outras, muitas, mãos. § Quem o diz é a historiadora Guiomar de Grammont, que desmontou o mito urdido pela historiografia da arte brasileira e internacional, ávida por ícones. A história pode ser lida aqui, e o livro «O Aleijadinho e o Aeroplano» adquirido aqui. § Também a historiografia portuguesa está cheia de mitos e é a principal culpada de iconificar as histórias local e nacional...

2 comentários:

  1. Sabe Amigo...passamos a não saber em quem e no que acreditar " a análise" é quasi sempre uma nova teoria um tal novo angulo uma "nova" razão de interpretar e depois o tempo vai "esboroando" Como bem diz a sabedoria popular: quem conta um conto...aumenta-lhe um ponto. Vou ler a História!

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  2. Olé!! :)

    as coisas q aprendo contigo... não sabia, mas não me surpreende a queda de um mito, está na natureza humana, não é, cria-los e depois destruí-los… e as ciências sociais (por muito científicos q sejam os seus métodos) não ensinam verdades apodícticas… sugerem respostas, q tb não são para levar demasiado a sério… :) não achas??

    beij

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