16 de novembro de 2008

Os gatos e a literatura.

(c) N.R.
Pantaleão meditando sobre os catrapácios.

5 comentários:

  1. Gosto do gato, mas também do nome: faz-me lembrar «A Casa do Pó», de Fernando Campos.

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  2. Nada me admira nesse Ilustre Pantaleão que...fez voto de silêncio...aos pés do dôno...defendeu tese de doutoramento em "paciências aplicadas" e já se arrima como bem se observa aqui...preparar-se para desafiar os saberes do dôno...DELICIOUS!

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  3. Não me digas que o Pantaleão está a doutorar-se em línguas e literaturas modernas? Que porte...

    Temos de lhe apresentar uma gata de nome Nádia.
    Muito inteligente e boa felina ;)

    Abraço!
    P.S. Esta fotografia também é aconchegante.

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  4. Amiga Cristina, o seu comentário está próximo da razão pela qual baptizei este felino com o nome de Pantaleão. A Casa do Pó fala de uma época e de um círculo de indivíduos que tinha São Pantaleão (padroeiro do Porto) em muito boa conta. Porquê? à parte a devoção, há por ali muito que se lhe diga... E como este bichaninho veio ter comigo numa altura em que o dito santo badalava por cá, honrei-o com um baptismo que não me parece nem desonroso, nem profano :)
    Helena, é como diz «paciências aplicadas», o que diz bem comigo, não podia ter escolhido dono mais parecido.
    Viajante,
    Está em pleno doutoramento sim senhor, como se vê pelo olhar distante e concentrado. Tema: a sonolência na obra de Jorge Luís Borges! Quanto a encontros românticos, pode ser...mas tudo platónico pois o Pantaleão já se "reformou" lool ;)
    Abraço a todos

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  5. devem ser bem maçudos pelo ar enfastiado do bicho...ihihih

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