27 de novembro de 2008

Nos tempos que correm...

"O Rei surge como a única força que no País ainda vive e opera."
Eça de Queirós, referindo-se a Dom Carlos I, um vencido da vida. Quem vive e opera, hoje?



...sabe bem recolhermo-nos na leitura dos pensamentos dos Vencidos da Vida. A razão estava e está do lado deles.


Combater apenas o analfabetismo do povo por meio de escolas primárias e de escolas infantis sem religião e sem Deus, não é salvar uma civilização, é derruí-la pela base por meio do pedantismo da incompetência, da materialização dos sentimentos e do envenenamento das ideias. Quem ignora hoje que foi a perseguição religiosa e o domínio mental da escola laica o que retalhou e fraccionou em França a alma da nação? Quem é que nesse tão amado, tão generoso e tão atribulado país não está vendo hoje objectivar-se praticamente o profético aforismo de Le Bon: «É sobretudo depois de destruídos os deuses que se reconhece a utilidade deles»!

3 comentários:

  1. Junto-me ao aforismo para reconhecer que sem Deus os homens não chegam!
    Assim como na falta do Rei se constatou que não se tem vivido nem operado, até hoje.

    ResponderEliminar
  2. eu não disse? cá está o discurso inflamado!:-)))bom fim de semana!!!

    ResponderEliminar
  3. Caríssimas Helenas, obrigado pelos comentários. À Helena dita de Tróia, direi que não é tão inflamado quanto isso. De facto não coloco grande ênfase no próximo Primeiro de Dezembro, cujo dia é, quanto a mim, uma homenagem à Grande Casa de Bragança - tão injustiçada como mal compreendida - que deu à História de Portugal homens e mulheres notáveis que governaram este país serena e sabiamente ao contrário da imagem que uma certa propanganda republicana mal intencionada quis fazer passar. Um abraço a ambas!

    ResponderEliminar

A Democracia exige Responsabilidade individual. Nicks, anónimos ou mensagens insultuosas demonstram faltam de auto-estima, comportamentos associais e incapacidade de lidar com a opinião alheia e, como tal, não serão publicados.