23 de novembro de 2008

Amicus certus in re incerta cernitur *

A musa Clio (via Wikipédia)

Chegado de Guimarães, do congresso da APHES, onde fui apresentar uma comunicação, reflicto sobre como é lenitivo o Saber e o querer aprender com quem sabe, sem retorno que não seja o prazer do conhecimento. Habituados que estamos a certos grupelhos onde falsas beatas e beatos entestam entre si para dar os votos de feliz natal ao pároco da aldeia, com o único propósito de subir um degrau da sacristia, vem-nos assim à ideia este sonho de um mundo em que o saber sirva única e exclusivamente para construir o Homem Vertical. No entento estou em crer que haverá sempre agachados. Enfim. Valham-nos os verdadeiros amigos e estes encontros.
* Tradução da expressão latina: "é nas coisas incertas que se reconhecem os amigos certos".

3 comentários:

  1. Amicus Mei que de vós elegi o saber e me apaixonei...eu direi mesmo Amor o que sinto...e não receio ser confundida...pois nele sento a conversa em um qualquer chão onde recomeçe da última folha a amizade que vamos escrevendo juntos...Obrigada Amigo maior

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  2. Podia ter avisado, Nuno :)
    Já viu o desafio que lhe lancei,lá no ES ?

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  3. "Amicus certus in re incerta cernitur" - vou registar ;) E se eu já tive essa experiência agridoce por várias vezes na minha vida...

    E quando o paróco morre ou é transferido para outra aldeia? Aí é vê-los a tropeçarem uns nos outros a ver quem rezou mais e quem chega primeiro a beijar a mão ao novo reitor da igrejinha :))

    Abraço

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