7 de janeiro de 2008

«Voltamos a Braga»


«Conheci» o Luiz Pacheco (7-V-1925/5-I-2008) em Braga. Estava numa estante, capa vermelha a acicatar chacota. Intitulava-se «o libertino» e propunha-me passear pela cidade, «a idolátrica». Eu, como Luiz Pacheco, nunca pensei passar em Braga mais do que um par de horas, mas... «Decido ficar e fazer uma tarde de luxúria mental em Braga, para esconjurar o cheiro a incenso e mofo de padre que empestam estas ruas». E ficámos. O resto é óbvio, onde há mais medo, há sempre mais vontade. Até qualquer dia, Pacheco.

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